12 de maio de 2016 09:10

Eu conheci a comunidade, quando uma irmã e uma jovem participaram de um congresso para universitários que fizemos em Salvador, promovido pela pastoral universitária, da qual eu faço parte e elas deram testemunho da vida na comunidade e de como os universitários doavam um ano da sua vida para a obra. Na ocasião eles não puderam falar muito do carisma e de como eram realizadas as atividades, porem me interessei pelo pouco que foi dito. Algum tempo depois, convidada por uns amigos que já conheciam mais de perto a obra, fui fazer uma visita e passar um dia com a comunidade na fazenda Natal. Fui muito bem acolhida por todos e ali conheci mais a fundo o carisma da obra, e me encantei muito. A ideia de ser um ponto de compaixão no mundo, no centro das grandes cidades, perceber que você pode fazer a diferença na vida daquela pessoa dando amor, carinho, cuidado, atenção. Coisas simples que muitas vezes temos deixado de lado devido a tantas demandas na nossa vida corrida. Depois que conheci a obra, tenho me atentado a isso, a ser nos espaços que me encontro esse ponto de compaixão junto daqueles que me rodeiam….

J.K.